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Brazil Network Strengthening Program: Learning from the Dominican Republic

by on Feb 22, 2013  |  posted in Association Services  |  3 Comments

Representatives from ABSCM, ABCRED, and SEEP with the Executive Vice Presidents and Board Member of ADOPEM

Representatives from ABSCM, ABCRED, and SEEP with the Executive Vice Presidents and Board Member of ADOPEM during the closing meeting

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As part of the Brazil Network Strengthening Program, sponsored by Citi and Citi Foundation, five leaders of microfinance institutions in Brazil traveled to the Dominican Republic to learn from the award-winning microfinance bank and non-profit, ADOPEM (Asociación Dominicana para el Desarrollo de la Mujer).  The participants in the exchange represent the two national microfinance associations in Brazil ABCRED (Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcredito e Microfinanças) and ABSCM (Associação Brasileira das Sociedades de Crédito ao Microempreendedor e à Empresa de Pequeno Porte).

 

During this industry exchange, participants delved into the operations of ADOPEM to learn how the organization transitioned from a nonprofit to a hybrid model of a nonprofit and regulated bank. ADOPEM functions with two related yet independent arms. ADOPEM NGO focuses on increasing the financial and business capabilities of current and future microfinance clients. The nonprofit arm also offers a microfinance training program for ADOPEM staff that is open to employees of its competitors. Banco ADOPEM offers a large variety of financial service products to its clients. The transformation from a purely nonprofit model allowed the bank to expand its product and service offerings to clients to include savings, remittance services, life insurance, youth savings accounts, and ATMs.

 

Mercedes Canalda de Beras-Goico, Executive Vice President of Banco ADOPEM, explained that the goal of the transformation was to enable the bank to offer a wider range of products and services while maintaining its social mission. For institutions interested in making a shift from nonprofit to a regulated bank, she advises that a number of contextual factors should be carefully considered, including the regulatory environment and the ability to maintain the organization’s social goals. Women’s World Banking published a case study on ADOPEM’s experience in the transformation from NGO to a hybrid model while maintaining its social mission, entitled: “Frenando la Corriente del Desvío de la Misión: Un Estudio de Caso de ADOPEM.

 

The representatives from Brazil noted that ADOPEM’s hybrid model allowed for synergies between both arms, whereby the work of the nonprofit strengthened the bank’s brand, portfolio quality, and client base. In this way, the work of the nonprofit supports the success of the bank.

 

During the exchange, the participants spoke with the managers of all areas of the bank and the nonprofit (such as finance, risk management, internal audit, business development, and the training center), visited a bank branch to speak with branch managers and loan officers, listened to the experience of ADOPEM clients during a focus group and visits to client businesses, met with the two microfinance associations in the country, and discussed microfinance association engagement with the regulatory body of the Central Bank.

 

While the focus of the exchange was on the transformation from a nonprofit to hybrid model, the association representatives identified a number of best practices from ADOPEM that they plan to share with their MFI members. Among the best practices that they found to be most relevant to the Brazilian microfinance industry include:
  • a risk management system integrated within the entire institution,
  • a significant investment in employee training and professional development,
  • the development of an in-house smart phone and tablet technology for tracking client information, and
  • simple, standardized daily work plans for loan officers that contribute to high productivity.

 

In the coming months, ABSCM and ABCRED will visit the microfinance association COPEME in Peru to learn about association level best practices, including social performance, product and service development, and management information systems for member data.

 

Please visit the Brazil Network Strengthening Program webpage for additional information from this industry exchange, including the agenda, a closing interview between ADOPEM, ABSCM, and ABCRED, resources from ADOPEM, and reports from each association outlining their impressions and best practices identified.

Representatives from ABSCM and ABCRED listen to the experiences of ADOPEM clients during a focus group discussion

 


 

 

Programa de Fortalecimento de Redes de Microfinanças do Brasil: Aprendendo com a República Dominicana

Como parte do Programa de Fortalecimento de Redes de Microfinanças do Brasil, patrocinado pelo Citi e Citi Foundation, cinco líderes de instituições de microfinanças do Brasil viajaram à República Dominicana para aprender com o premiado banco e instituição sem fins lucrativos de microfinanças ADOPEM (Asociación Dominicana para el Desarrollo de la Mujer). Os participantes do intercâmbio representam as duas associações de microfinanças nacionais do Brasil ABCRED (Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças) e ABSCM (Associação Brasileira das Sociedades de Crédito ao Microempreendedor e à Empresa de Pequeno Porte).

 

Durante esse intercâmbio setorial, os participantes se aprofundaram nas operações da ADOPEM para aprender como a organização fez a transição de uma instituição sem fins lucrativos para um modelo híbrido de organização sem fins lucrativos e banco regulado. A ADOPEM atua com dois ramos relacionados, porém independentes. A ADOPEM ONG foca o aumento das capacidades financeiras e de negócios de clientes de microfinanças atuais e futuros. Esse ramo sem fins lucrativos também proporciona um programa de treinamento em microfinanças para os funcionários da ADOPEM, que é aberto a funcionários de seus concorrentes. O Banco ADOPEM oferece uma grande variedade de produtos e serviços financeiros a seus clientes. A transformação de um modelo puramente sem fins lucrativos para uma instituição regulada permitiu que o banco expandisse suas ofertas de produtos e serviços, que incluem poupança, serviços de remessas, seguro de vida, contas de poupança para jovens e caixas eletrônicos.

 

Mercedes Canalda de Beras-Goico, Vice-Presidente Executiva do Banco ADOPEM, explicou que a meta da transformação foi possibilitar que o banco oferecesse uma variedade ainda maior de produtos e serviços sem deixar de lado sua missão social. Para instituições interessadas em fazer a transição de não-lucrativa para banco regulado, ela adverte que uma série de fatores contextuais devem ser cuidadosamente levados em conta, entre eles o ambiente regulatório e a capacidade de manter as metas sociais da organização. O Women’s World Banking publicou um estudo de caso sobre a experiência da ADOPEM com a transformação de uma ONG em um modelo híbrido sem perder sua missão social, intitulado: “Frenando la Corriente del Desvío de la Misión: Un Estudio de Caso de ADOPEM”.

 


 “A formalização de uma instituição com supervisão ou regulação só deve ocorrer quando o mercado, o ambiente regulatório e a instituição tiverem alcançado um certo estágio de maturidade, para que a transformação seja um processo em que a população alvo, as metas sociais da instituição e a cultura institucional não sejam sacrificadas.”

-Mercedes Canalda de Beras-Goico, Vice-Presidente Executiva do Banco ADOPEM


 

Os representantes do Brasil observaram que o modelo híbrido da ADOPEM possibilita sinergias entre ambos os ramos, pelas quais o trabalho da instituição sem fins lucrativos fortalece a marca, a qualidade da carteira e a base de clientes do banco. Desse modo, o trabalho da instituição sem fins lucrativos contribui para o sucesso do banco.

 

Durante o intercâmbio, os participantes conversaram com os gerentes de todas as áreas do banco e da instituição sem fins lucrativos (como finanças, gestão de riscos, auditoria interna, desenvolvimento de negócios e o centro de treinamento), visitaram uma agência do banco para falar com gerentes de agência e agentes de crédito, ouviram a experiência de clientes da ADOPEM em um grupo de foco e em visitas a empresas de clientes, reuniram-se com duas associações de microfinanças do país e discutiram a participação de associações de microfinanças no órgão regulatório do Banco Central.

 

Embora o foco do intercâmbio fosse a transformação de uma instituição sem fins lucrativos em um modelo híbrido, os representantes das associações identificaram uma série de melhores práticas da ADOPEM que pretendem compartilhar com suas IMFs membros. Entre as melhores práticas que eles consideraram mais relevantes para o setor de microfinanças brasileiro estão:
  • sistema de gestão de riscos integrado em toda a instituição,
  • investimento significativo em treinamento dos funcionários e desenvolvimento profissional,
  • desenvolvimento de um tecnologia in-house de smartphones e tablets para acompanhar informações de clientes, e
  • planos de trabalho cotidiano simples e padronizados para os agentes de crédito que contribuem para uma alta produtividade.

 

Nos próximos meses, a ABSCM e a ABCRED visitarão a associação de microfinanças COPEME no Peru para aprender sobre suas melhores práticas, entre elas desempenho social, desenvolvimento de produtos e serviços e sistemas de gestão de informações para dados dos membros.

 

Visite a webpage do Programa de Fortalecimento de Rede de Microfinanças do Brasil para mais informações sobre este intercâmbio do setor, incluindo a agenda, uma entrevista de encerramento entre ADOPEM, ABSCM e ABCRED, recursos da ADOPEM e relatórios de cada associação descrevendo suas impressões e as melhores práticas identificadas.

3 Comments

Rubens de Andrade Neto says:
Feb 02, 2013

Agradecemos à SEEP a oportunidade de conhecer a ADOPEM, um bench mark da indústria de microfinanças. Entendemos que a visita nos trouxe conhecimentos e ideias muito importantes que podem ser introduzidas nas IMFs brasileiras. Os intercâmbios que estamos realizando têm sido muito proveitosos.

We thank SEEP for the opportunity to know ADOPEM, a benchmark in the microfinance industry. We believe that the visit has brought us very important knowledge and ideas that can be introduced into Brazilian MFIs. The exchanges that we have done have been very useful.

Ricardo Assaf says:
Apr 04, 2013

We really appreciated the opportunity to know a lot more from our peers in other places in Latin America. As a relatively new association ABSCM is learning a lot from the experiences that SEEP is providing us. We are very thankful and certain that we may use this hands on knowledge to our association and, ultimately, to our members.

joilson says:
Jan 01, 2016

Pessoal até me desculpe, mas a criação de beneficio que o Brasil poderia a ter ainda está muito longe, apensar que intuito desta postagem, foi em 2013/ mas a questão que tamos em 2016 e não mudou nada!

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